terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O professor e o currículo para jovem
Domingo, 14 de Junho de 2009
Iza Aparecida Saliés
Iza Aparecida Saliés
Nas últimas décadas a educação tem feito o discurso de que o conceito de currículo escolar deve ser pautado num Projeto Pedagógico a ser configurado pela escola, e que seja direcionado em função da realidade dos alunos e dos contextos sociais, onde estão inseridos.
A escola pública de hoje precisa ser revitalizada tanto no aspecto da oferta, quanto às condições de ensino e aprendizagem que são oferecidas aos jovens. São muitos os desafios a serem superados, posto que a sociedade exige das pessoas, competências e habilidades, necessárias para solucionar problemas da vida e do mundo do trabalho.
As instituições governamentais responsáveis pela Política Educacional, precisam ser mais contundentes quanto à execução de ações que possam delinear um Ensino Médio próprio para jovens, estruturando uma escola como espaço deles, respeitando suas necessidades, considerando seus desejos, suas vontades, pois estes, são sedentos por conhecimentos, buscam a escolarização como forma de superar sua situação de vida.A educação pública anda na contra mão das reais necessidades desses jovens, há um total descompasso entre “O que é ensinado e o que o aluno precisa e quer aprender”.
A desarticulação que ocorre entre ensino e o aprender, que surge nessa fase de desenvolviemento humano está justificada pela falta de integração do currículo de ensino com os acontecimentos contemporâneo, assuntos relevantes, temas importantes. A escola precisa estar na vanguarda dos acontecimentos sociais.
O novo modelo de sociedade em que estamos inseridos na chamada sociedade da informação, do conhecimento, cobra da escola um nova maneira de ensinar.Isso se dá ao fato de que o mundo plugado na tecnologia, em que a rapidez das informações é processada, tornou a vida a sociedade e o mercado de trabalho bastante exigente, exigindo pessoas com amplas capacidades de desempenho, que até pouco tempo, não eram cobradas, então, os conhecimentos enciclopédicos deixaram de ser importantes.
Para esse novo modelo de sociedade faz - se necessário, transformar o processo ensino aprendizagem, numa prática mais dinâmica, participativa, colaborativa, solidária e contextualizada com a modernidade, com as diferentes ciências, as culturas e as tecnologias.
Talvez, uma das chaves do êxito seja compreender que uma escola para os adolescentes deverá ser também, uma escola dos jovens, isto é, uma escola com identidade para eles, onde essa geração não seja uma simples população, e sim protagonistas ativos, portadores de direito e deveres.
A velha escola secundária, reservada às elites, esta, não responde mais, à demanda desses jovens.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Diversidade sim, diferença não.
Iza Aparecida Saliés
Gostaria de lembrar aos senhores deputados federais e senadores que o estado democrático de direito é coisa nossa, isto é, prerrogativa de todos os brasileiros, sejam eles, brancos negros, índios, pardos...
Portanto, não podemos estabelecer critérios que possam beneficiar alguns, sob a égide da questão racial, provocando injustiça, agravando mais as desigualdades sociais.
Cotas sociais sim, cotas por raça? Não! Muito bem deputados!
Pensamento correto dos senhores deputados dessa comissão, não importa se esse comportamento teve como procedência a aproximação das eleições, se foi? Valeu, mesmo assim, pois provocou preocupação aos parlamentares e o assunto não foi aprovado sem ser discutido amplamente pela instituição. Não passou despercebido como sempre acontece.
Apesar de ser visível a preocupação dos parlamentares, no que diz respeito à impressão que os eleitores terão deles, tendo em vista o cenário político que está posto hoje, permeado por preocupações, descrédito, e digo mais, todos os dias pipocam situações inadmissíveis, vexatórias, por que não dizer, vergonhosa.
Até quando vamos conviver com essa situação? Que calamidades está nosso Congresso! Sabemos que está falida a instituição chamada Congresso. Esta situação justifica-se pelo fato de que os indivíduos que a compõe, fazem valer o desejo individual.
Os valores! Ah, ah, ah! Aqueles! Sim, os que aprendemos em casa e na escola, estes? Estão e crise conceitual e de identidade para alguns desses políticos.
Os assuntos sociais relevantes e polêmicos precisam ser considerados em suas diferentes concepções de pensamento, então o que é alteridade para eles? O povo apesar de pouca escolaridade já está tomando conhecimento sobre essas questões.
E a ideologias políticas? As utopias? Os sonhos? Os desejos? Sim estou falando de um país que lutou tanto pela democracia, pela liberdade de imprensa, de pensamento, de respeito à diversidade, à pluralidade de idéias, tudo... tudo...... Então onde está?
Portanto, não podemos estabelecer critérios que possam beneficiar alguns, sob a égide da questão racial, provocando injustiça, agravando mais as desigualdades sociais.
Cotas sociais sim, cotas por raça? Não! Muito bem deputados!
Pensamento correto dos senhores deputados dessa comissão, não importa se esse comportamento teve como procedência a aproximação das eleições, se foi? Valeu, mesmo assim, pois provocou preocupação aos parlamentares e o assunto não foi aprovado sem ser discutido amplamente pela instituição. Não passou despercebido como sempre acontece.
Apesar de ser visível a preocupação dos parlamentares, no que diz respeito à impressão que os eleitores terão deles, tendo em vista o cenário político que está posto hoje, permeado por preocupações, descrédito, e digo mais, todos os dias pipocam situações inadmissíveis, vexatórias, por que não dizer, vergonhosa.
Até quando vamos conviver com essa situação? Que calamidades está nosso Congresso! Sabemos que está falida a instituição chamada Congresso. Esta situação justifica-se pelo fato de que os indivíduos que a compõe, fazem valer o desejo individual.
Os valores! Ah, ah, ah! Aqueles! Sim, os que aprendemos em casa e na escola, estes? Estão e crise conceitual e de identidade para alguns desses políticos.
Os assuntos sociais relevantes e polêmicos precisam ser considerados em suas diferentes concepções de pensamento, então o que é alteridade para eles? O povo apesar de pouca escolaridade já está tomando conhecimento sobre essas questões.
E a ideologias políticas? As utopias? Os sonhos? Os desejos? Sim estou falando de um país que lutou tanto pela democracia, pela liberdade de imprensa, de pensamento, de respeito à diversidade, à pluralidade de idéias, tudo... tudo...... Então onde está?
Fonte: Opinião sobre as cotas para as universidade
Publicado no Blog do Corumbá
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